Palestra  para o grupo Primaveras

Por Maria Luiza d´Orey Lacerda Soares

 

 

 

As Orquídeas são consideradas plantas eternas.

Microorquídeas:

 

 

São Orquídeas cujas flores possuem menos de 1 centímetro, o tamanho é sempre pequeno da planta e da flor. O campo é vastíssimo e atinge a maioria dos gêneros.

Bifrenaria, Epidendrum, Encyclia, Oncidium, Laelia e outros semelhantes tem seus anões, mas os Pleurothallis, Stelis, Masdevallia, entre outros, são os campeões da miniaturização, pois alem de MICRO, apresentam as Micro-micro, que podem caber em um dedal.

 

As Miniorquideas são orquídeas cujas flores tem mais de 1 centimetro.

São plantas menores, mas de flores grandes em relação ao seu porte. Os exemplares típicos são as Hadrolaelias, entre as quais destacamos a Laelia Pumila e a Laelia spectabilis.  Outro caso são as Sophoronitis, que embora muita conhecidas nas suas categorias micro, são usadas para redução do tamanho, principalmente com Laelia e Cattleya.

Outra grande vantagem das miniorquideas e também das Micro, é a redução de espaço necessário para cultivá-las, especialmente quando as coleções são acomodadas em apartamentos. Essa é a categoria de tamanho intermediário.

 

Essas orquídeas vem da Ásia e Europa  a Flor tem no maximo 4 centímetros.

Desde 2006 menos de 15 espécies de miniorquídeas foram testadas na Holambra.

Como o ciclo da planta é longo e os estudos também foram de longo prazo, depois de quatro anos observando a adaptação no Brasil.

Tem vários tons de amarelo, rosa, marrom e branco.

Quanto menor a haste mais charmosa ela fica.

Algumas abrem tantos botões que parecem buquês.

As matrizes ainda não são desenvolvidas no país por isso chegam da Tailândia e da Holambra em vidros e depois plantadas em bandejas coletivas, ficam por 6 meses e logo em seguida transplantadas para os potes 11 que tem 11 cm de diâmetro a boca quando o produtor precisa de desenvolver mais rápido as mudas são importadas em frascos separados.  Como não ocupa muito espaço a proposta é utiliza-las em  ambientes menores como banheiros e escritórios.  Outro atrativo é a durabilidade, as flores permanecem abertas por até 45 dias e não precisa de muitos cuidados. Não gosta nem de sol e vento direto.

UMIDADE E ILUMINAÇÃO: Necessitam de umidade controlada, proteção contra excesso de luminosidade, pois suas folhas podem ser queimadas quando expostas ao sol e se isso acontece dificilmente se recuperam.

CUIDADOS: tipos de vasos devem-se procurar vasos que reproduzam o ambiente natural, pois não gostam de ser contrariadas e custam a viver em condições adversas.

Ventilação: É fundamental, pois todos os outros são anulados na falta de uma boa ventilação, no seu ambiente e ventilação não quer dizer vendaval.

 

A Orquídea morre com excesso d´agua.

Elas têm uma aceitação enorme pelo consumidor.

Substrato leve e que retenha água, com casca de pinus carvão e fibra de coco.  Regue sempre que o substrato estiver seco.  Deixe-a sob luz filtrada em locais úmidos e frescos embaixo de trepadeiras sombrites ou copa de arvores.

Adubação orgânica ou química

Local ventilado e sem correntes

Não tolera encharcamento, sol direto ou sombra total, adubação em excesso, frio intenso ou ventos encanados.

 

 


 

 

 

 

Fotos Maria Luiza d´Orey Lacerda Soares

 

 

Colaboração Ricardo Rodrigues